Os contos da Taberna S1E02 A dança da Feca.

CORVOS DE EFRIM, O lar dos guerreiros, a casa dos sonhadores

Bem vindos aos contos das taberna

SEGUNDO EPISÓDIO: A DANÇA DA FECA

viva sem o perdão, ande sem a visão, mate sem pensar, sobreviva.

 

YOU BEEN A BAD, BAD BOY, I’M GONNA TAKE MY TIME SO ENJOY. O andar suave da morena chamava a atenção enquanto o olhar do Ladino a perseguia. Onde estavam? Certamente em um bar próximo ao litoral de Brakmar. Moluscos caminhavam pela praia e os passaros tomavam seus galhos na Golden Goose Superstar Sneakers Sale que la noite. A morena subia ao palco então daquela taberna e sussurrava com sua voz melódica ao seu público enquanto a brisa morna acariciava sua fina pele. Os fios negros caiam sobre os olhos azuis, este que reluziam como o céu aberto. Dentre seus sorrisos e diante seu tão intenso charme, ela proferiu: Obrigado pela visita, cavalheiros. A musica começou a tocar no piano enquanto seu vestido petalado curto subia sutilmente, exibindo tão alvas, robustas e longas pernas. O olhar do ladino não parava de segui-la em momento algum, e então Kamas foram jogados ao palco. Ela se virou e escorreu a alça da veste sobre o ombro, exibindo este desnudo. Os olhos do mancebo flamejaram e, por um momento, nada mais na mente dele passou: tudo o que ele queria era aquela mulher. E então a história de Caliente e Mayuri se deu início.
Os minutos se passavam assim como a apresentação da figura. Ao deixar seu vestido cair, seu corpo estava coberto por um maiô de praia tão azul quanto seus orbes. A cortina se fechou com o findar da música e então ao fundo do palco ela entrou. Caliente, por sua vez, não tardou para agir. O Ladino se levantou e caminhou agilmente dentre a lateral do palco, pagando os seguranças e acessando então o camarim da garota, todavia o que ele viu não era o que desejava. Atrás do palco, um pequeno grupo de garotas em condições precárias se alojava, enquanto até mesmo a sua sala para preparo se mostrava decadente. Mayuri acabava por tirar a maquiagem excessiva do rosto e seus olhos avermelhados por lágrimas e sua pele sutilmente roxa exibiam traços de agressão. Quem sabe, a injustiça com alguém o qual pouco prezava o incomodava. Um homem alto então surgiu por trás do ladino, era então o dono daquele lugar. Duzentos kamas e ela é sua por duas horas. Retrucou. Era obvio que estavam naquele lugar contra a sua vontade. O olhar de assustada da jovem era evidente, contudo a sua coragem para encarar o perigo, o que fosse para proteger as outras também podia ser vista. O corvo então respirou e tirou de seu bolso um kama, depositando sobre a mão do homem: Cinco minutos, apenas quero o nome dela. Ele gargalhou e empurrou o garoto para dentro da sala, saindo logo em seguida. Caliente não tardou ao falar com a garota: Não sei seu nome, não me importa. Cinco minutos, arrume tudo. O olhar dela se estremceu, mas a confiança ao corvo fora depositada. Depois de tanto tempo presa, sendo utilizada como uma escrava, uma empregada e, vez ou outra, até mesmo como coisa pior nas mãos daquele porco. O sorriso de canto logo desapareceu e, assim que ele saiu da sala, todas as garotas arrumaram bolsas de plastico, sem excessão. Ao sair do estabelecimento, o moreno retirou de sua blusa um detonador, e em todo aquele momento no qual estava a conversar com a garota, a escutar sua musica e ao sentir seu sofrimento, mesmo sem comentar, seu pequeno LadinoBot havia implantado bombas em todos os pilares daquele local. Caliente parou na esquina então  viu a primeira parede ceder. As pessoas corriam e a Feca não ficou para trás. De imediato a garota correu levando as outras dando então prioridade a elas. Ela ria diante o perigo e estava deveras feliz por estar ajudando. Quando sua vez de sair chegou, o homem a segurou. Naquele instante, pensou Caliente em intervir, entretando a garota sabia se defender. O escudo de feca ao seu peito brilhou e seu corpo fora revestido por uma armadura multicolorida. Naquele instante, um soco fora dado contra o maior, empurrando-o para trás temporariamente. A armadura se dissolveu e logo ela correu sem olhar para trás. As demais paredes do bar desabaram e então o lugar sumiu em pó (…).
Instantes depois, a mão do homem surgiu diante os descombros empurrando a parte maior e seu corpo se tomou pela aura demoníaca de um Shushu. Fraca momentaneamente, não sabia ela o que fazer, até receber seu surto de energia. Feca não a abandonaria. Com o poder do próprio Wakfu, seu corpo se revestiu em auras e o chão fora glifado ao redor de todo o local. Runas de água, fogo e terra surgiam e, finalmente seu efeito surgiu. A água congelou e o enraizou, e logo em seguida o escudo a sua anhota criou uma espécie de chicote verde, cortando a perola Shushu a testa do maior, derrubando-o.
Ao encontrar o garoto, Mayuri o agradeceu, todavia sem rumo, mais uma vez o destino a extendeu a mão. A pena de um Corvo fora dada a sua mão e então o corvo negro abraçou a sua causa. Naquele dia, a garota se tornou um Corvo de Efrim.